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Inês Rugani Ribeiro de Castro
Nutricionista Sanitarista Doutora em Saúde Pública
Diretora do Instituto de Nutrição Annes Dias da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro Professora Adjunta do Instituto de Nutrição da Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Há muitos anos, a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro (PCRJ) desenvolve inúmeras ações de promoção da alimentação saudável e da atividade física, principal-mente dirigidas aos usuários das redes de saúde e de educação. Recentemente, estas ações vêm sendo reformuladas, ampliadas e integradas a outras estratégias de promoção da saúde, compondo uma iniciativa mais ampla, denominada RIO SAUDÁVEL (Castro et al. 2002).

Esta iniciativa tem por objetivo dar visibilidade, integrar e fortalecer iniciativas já desenvolvidas, fomentar e desenvolver novas ações e inseri-las em um contexto mais amplo de construção de uma cidade saudável e feliz. A novidade do RIO SAUDÁVEL é trazer a perspectiva de agregar essas ações e de desenvolver nas pessoas e instituições a percepção de ser parte de algo maior: um movimento da cidade, dinâmico, suprapartidário, com agenda própria, que acolhe e fortalece as mais diversas iniciativas de melhoria da qualidade de vida. Um movimento que conjuga a implementação de políticas públicas saudáveis com ações de melhoria de qualidade de vida desenvolvidas por organizações governamentais, por empresas privadas, por instituições acadêmicas, por organizações não governamentais, por grupos de voluntários e pelas pessoas individualmente.

Com o intuito de facilitar a aproximação e mobilização de pessoas e instituições que tenham interesse e atuação em áreas afins e de fortalecer as ações já desenvolvidas e potencializar ouras iniciativas, foram identificados, a princípio, quatro eixos temáticos de atuação: ecossistema humano, relações interpessoais e violência, tabaco e outras drogas, alimentação e atividade física.

É sobre este quarto eixo temático que o breve relato apresentado a seguir irá se deter, destacando algumas iniciativas do poder público municipal em três âmbitos: na rede municipal de saúde, na rede municipal de educação e junto à população em geral. Cabe esclarecer que o objetivo aqui não é relatar todas as atividades desenvolvidas em cada um destes âmbitos. O que se pretende é dar destaque a algumas iniciativas que, por trazerem algum componente inovador, ilustram o potencial de atuação dos municípios na promoção da alimentação saudável e da atividade física.

Vale ainda dizer que, quando se pensa em ações de promoção da saúde para uma cidade como o Rio de Janeiro, é importante ter em mente que estamos falando de uma mega cidade, com enormes desafios e potencialidades: nela vivem quase 6 milhões de habitantes que contam, entre outros,

com as seguintes redes de serviços públicos municipais: cerca de 120 unidades básicas, 40 hospitais e 1040 escolas de ensino fundamental.

AÇÕES NA REDE MUNICIPAL DE SAÚDE

Destacaremos três iniciativas com características muito diversas: a promoção da amamentação, a capacitação para o manejo ambulatorial da obesidade e a oferta de cardápios saudáveis para os servidores públicos municipais.

Promoção da Amamentação

É amplamente conhecido todo o benefício que a amamentação proporciona tanto para o bebê quanto para a mãe. Entretanto, até recentemente, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde interessados na promoção do peso saudável dos diferentes grupos populacionais não incluíam no elenco de suas ações o incentivo à amamentação. Hoje não se tem dúvida de que esta prática contribui para a manutenção do peso saudável de crianças e mães. No Rio de Janeiro, há muitos anos a promoção da amamentação compõe a agenda de ações de saúde prioritárias. Atual-mente, cinco das oito maternidades municipais já possuem o título de Hospital Amigo da Criança, conferido pelo Ministério da Saúde aos hospitais que implementam rotinas que protegem e garantem a amamentação nos primeiros dias de vida. Além disso, tem sido grande o investimento em capacitação de profissionais para a implementação de rotinas de promoção da amamentação na rede básica de saúde. Recentemente, estas rotinas foram estruturadas na Iniciativa Unidade Básica Amiga da Amamentação (IUBAAM), inspirada na Iniciativa Hospital Amigo da Criança. Atualmente, algumas unidades já se candidataram ao título de UBAAM (uma delas já o recebeu), conferido pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (Rego 2001).

Vale ainda ressaltar outra iniciativa municipal: com o intuito de acompanhar a evolução da prática da amamentação na cidade do Rio, a Secretaria Municipal de Saúde (SMSRio) implantou um sistema de monitoramento sobre práticas alimentares no primeiro ano de vida que é de base populacional (os dados são coletados nos dias nacionais de imunização). Os resultados observados nos inquéritos realizados nos anos de 1996, 1998 e 2000 apontam para um aumento da amamentação exclusiva entre crianças menores de quatro meses de vida e diminuição das diferenças entre mulheres de maior e menor escolaridade. Novo levantamento será realizado em junho de 2003.

Capacitação para o manejo ambulatorial da obesidade 

Com o intuito de qualificar e uniformizar não somente a compreensão sobre as causas da obesidade e sua repercussão nos clientes, mas também a forma de manejar este agravo, elaborou-se um curso dirigido a profissionais que atuam em ambulatórios da rede municipal de saúde. Inicialmente, esta atividade foi dirigida a nutricionistas. Nos últimos três anos, foram sensibilizados e capacitados para o tema nutricionistas que atuam em ambulatórios, seja nas unidades básicas, seja nos hospitais da rede municipal de saúde. Duas das repercussões desta iniciativa têm sido a clara mudança de percepção do profissional na forma de entender o processo de evolução da obesidade em seus clientes e o aumento de grupos educativos multidisciplinares dirigidos a clientes com sobrepeso e obesidade.

Na segunda fase desta iniciativa, optou-se por priorizar a capacitação dos profissionais que compõem as equipes do Programa de Saúde da Família, em fase de grande expansão na cidade. Atualmente, o curso está sendo remodelado para atender às demandas deste grupo de profissionais.

Oferta de cardápios saudáveis para os servidores públicos municipais

Acreditando que uma das maneiras de se promover alimentação saudável é ofertar alimentos e refeições que estimulem os bons hábitos alimentares e reconhecendo que as diversas rotinas de fornecimento de alimentos para os servidores da SMSRio eram janelas de oportunidade que poderiam ser melhor aproveitadas para esta finalidade, foram reformulados os projetos técnicos que estabelecem os cardápios a serem oferecidos aos profissionais na rotina dos serviços e em eventos em geral. Agora, por exemplo, em sua rotina, os servidores recebem um aporte maior de frutas, vegetais e carne branca e menor aporte de doces. Nos eventos (cursos, jornadas, seminários, congressos, inaugurações, campanhas de vacinação), os cardápios garantem oferta de vegetais, frutas, suco natural de frutas, preparações cruas, cozidas ou assadas e vetam preparações fritas e refrigerantes. 

AÇÕES NA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

Destacaremos três iniciativas desenvolvidas no espaço escolar e que são complementares: algumas características municipais do Programa de Alimentação Escolar (PAE), o projeto de educação nutricional denominado “Com Gosto de Saúde” e a ação de regulamentação das cantinas escolares.

Programa de Alimentação Escolar (PAE)

O PAE, também conhecido como “programa de merenda escolar”, é a política nacional de alimentação direta à população mais antiga e sustentável de nosso país. Até recentemente, entretanto, o enfoque que predominava neste programa era o da importância de sanar a fome dos alunos, ficando secundarizada sua dimensão educativa. Recentemente, o governo federal deu um importante passo no estímulo à oferta de refeições saudáveis: tornou obrigatório que os municípios utilizem pelo menos 70% dos recursos financeiros por ele repassados na aquisição de produtos básicos, dando-se prioridade aos semi-elaborados e aos in natura. Cabe esclarecer, ainda, que o governo federal repassa R$0,06 /dia por aluno de educação infantil e R$0,13/dia por aluno do primeiro e segundo segmentos do ensino fundamental.

No Rio de Janeiro, este cenário é bastante diferente: há pelo menos 20 anos, no cardápio padrão de almoço das escolas municipais, são oferecidos feijão, arroz, carne (ou frango ou peixe ou ovo), hortaliça e fruta de sobremesa. Atualmente, do total de recursos gastos com a compra de alimentos para o programa, 2/3 vêm do orçamento municipal. Além do almoço, o aluno recebe outras refeições dependendo da sua idade e do tempo de permanência na escola.

A valorização do PAE na cidade do Rio não se dá somente pela qualidade da refeição oferecida. Estão em curso outras duas vertentes de atuação: a de adequação de todo o processo de trabalho necessário para a produção e distribuição das refeições (equipamentos, utensílios, reforma de área física

visando maior ergonomia e segurança no trabalho) e a admissão (recentemente foram admitidos por concurso público 2300 profissionais) e qualificação do “merendeiro” por meio de cursos de capacitação, disponibilização de material instrucional e supervisão técnica regular.

Projeto “Com Gosto de Saúde”

O projeto “Com Gosto de Saúde” é integrante da iniciativa Promoção de Saúde na Escola, que traduz para a realidade carioca os pressupostos de escolas promotoras de saúde.

Ele é desenvolvido por uma parceria entre SMSRio e Secretaria Municipal de Educação e consiste na produção e disponibilização de materiais educativos para as escolas com o intuito de subsidiar educadores para atividades pedagógicas sobre saúde e nutrição no cotidiano escolar; promover a saúde da comunidade escolar, divulgando hábitos alimentares e estilos de vida saudáveis; valorizar a dimensão educativa do Programa de Alimentação Escolar e subsidiar profissionais de saúde da rede municipal na abordagem sobre alimentação saudável, facilitando a integração local entre unidade de saúde e escola.

O projeto, lançado em fevereiro do ano 2000, abrange oito temas: alimentação e cultura, alimentação saudável, aleitamento materno, obesidade e desnutrição, atividade física, segurança alimentar e nutricional, alimentação na escola e cuidados com o corpo e com o ambiente. Para cada um dos temas, estão previstos um vídeo dirigido aos escolares e um material impresso de apoio ao educador. Este material é composto por um texto de aprofundamento sobre o assunto e por sugestões de atividades, que privilegiam o aspecto lúdico do aprendizado.

Até 2002, foram produzidos e distribuídos para todas as escolas uma fita de vídeo com os quatro primeiros temas e os materiais impressos referentes aos três primeiros. Estes materiais também foram distribuídos para as unidades de saúde, com o intuito de potencializar as ações integradas entre professores e profissionais dessa área.

Cabe esclarecer que os vídeos “Alimentação e Cultura”, “Alimentação Saudável” e “Obesidade e Desnutrição” foram produzidos pelo Ministério da Saúde para o projeto “Saúde na Escola” e adotados pela SMS-Rio para o projeto “Com Gosto de Saúde”. Já o vídeo sobre Aleitamento M-terno foi produzido pela SMS-Rio especificamente para este Projeto.

Um estudo de avaliação desta iniciativa demonstrou que a maioria dos professores conhecia e aprovara o projeto, apontando que ele aprofunda os temas propostos, fazendo-o de forma lúdica e privilegia a participação do aluno na construção do conhecimento, o que tem sido considerado uma estratégia importante para introduzir e desenvolver o tema sobre alimentação e promoção da saúde na escola (Maldonado et al. 2002).

Regulamentação das cantinas escolares

Nos últimos anos, tem sido cada vez mais intenso o debate internacional sobre as cantinas escolares como espaço privilegiado de atuação quando se busca a promoção da alimentação saudável na escola.

No Brasil, o Rio de Janeiro figura entre as iniciativas de regulamentação deste tipo de atividade. Em abril de 2002, foi publicado o decreto municipal nº 21.217 (republicado em julho de 2002), que proíbe a comercialização dos seguintes alimentos nas escolas públicas municipais: bala, doce a base de goma, goma de mascar, pirulito, caramelo, refresco de pó industrializado, refrigerante, qualquer alimento manipulado na escola ou em ambiente não credenciado para confecção de preparações alimentícias, bebida alcoólica, alimentos com mais de 3g de gordura em 100kcal do produto, com mais de 160mg de sódio em 100kcal do produto e alimentos que contenham corantes, conservantes ou anti-oxidantes artificiais (observada a rotulagem nutricional disponível nas embalagens), alimentos sem rotulagem, composição nutricional e prazo de validade. Este decreto proíbe também a divulgação de propaganda de quaisquer produtos nas dependências das escolas municipais.

Esta medida foi bastante oportuna para a rede municipal de educação, tendo em vista que, do total de escolas à época (n=1033), 63% possuíam alguma forma de comercialização de alimentos, os alimentos mais vendidos eram refrigerantes, biscoitos, balas, doces e sorvetes e, em 25% das escolas com venda de alimentos, foi encontrada propaganda impressa de produtos industrializados.

Ainda que a maioria das escolas possuísse alguma forma de venda de alimentos, merece destaque o achado de que 37% não tinham esta prática. Isto é interessante tendo em vista que, tradicionalmente, o argumento das direções das escolas para a existência de cantinas é a necessidade de levantamento de recursos para atividades rotineiras (administrativas e pedagógicas) da unidade escolar. O fato de quase 40% não lançarem mão desta atividade mostra que, na rede municipal de educação da cidade do Rio, é viável gerenciar a escola sem este recurso. Isto se confirma quando se observa que, nos últimos anos, consolidou-se o processo de descentralização de recursos financeiros municipais para as escolas, que têm agora mais agilidade e autonomia na alocação de verbas para diversas atividades, entre elas a aquisição de insumos e pequenas reformas.

Para sistematizar esta experiência de regulamentação das cantinas escolares no Rio, será realizado, no segundo semestre deste ano, em estudo junto às escolas para registrar os desdobramentos do decreto municipal nº 21.217.

AÇÕES JUNTO À POPULAÇÃO

Neste item, apresentaremos as experiências de realização de duas iniciativas: o movimento Agita Rio e o Festival Rio Saudável Gastronomia.

Agita Rio

A estruturação de uma mobilização mais ampla para a promoção da prática regular de atividades físicas na cidade do Rio se deu por meio da implantação da estratégia “Agi-ta”, inspirada na experiência do programa Agita São Paulo e preconizada pelo Ministério da Saúde no programa Agita Brasil. Conforme proposto nesta estratégia, a implantação do Agita Rio aconteceu a partir da sensibilização e articulação de diversos setores do poder público municipal e da sociedade civil. Foram realizadas oficinas de divulgação da proposta e instrumentalização de formadores de opinião que reuniram, ao todo, cerca de 600 pessoas. Nelas estiveram presentes representantes de diversos órgãos da PCRJ (saúde, educação, esporte e lazer, guarda municipal, urbanismo, coordenadorias regionais, subprefeituras), de conselhos representativos (conselhos de saúde, de categorias profissionais), de associações de comerciantes e empresários, de bancos, de academias de ginástica, de rádios comunitárias, de associações de moradores, entre outros.

O lançamento oficial do Agita Rio se deu em 2002, no dia mundial da saúde, e aconteceu por meio de 20 eventos de rua com inúmeras atrações, espalhados por diversos bairros, concentrados nas regiões mais pobres da cidade.

Atualmente, estão em andamento as seguintes ações: realização e apoio a eventos de naturezas diversas com disponibilização de material de divulgação (cartazes, folders e adesivos); elaboração de material educativo para as escolas (que compõe o projeto Com Gosto de Saúde, comentado anteriormente); adaptação de material instrucional para multiplicadores da proposta e revisão de lei municipal que cria as “Ruas da Saúde”, que estabelece que ruas escolhidas pela comunidade local sejam fechadas ao trânsito cotidianamente, pela manhã e à noite, para a prática de atividades físicas.

Festival Rio Saudável Gastronomia

Esta iniciativa tem o propósito de superar a cultura de que alimentação saudável é sempre sem graça e de difundir a idéia de que é possível combinar harmoniosamente gastronomia e saúde, estimulando a criatividade e diversidade da culinária carioca e contribuindo para a promoção da saúde da população.

O evento foi aberto a todos os restaurantes da cidade, dos mais sofisticados aos mais simples. Aderiram espontaneamente ao festival setenta e dois restaurantes de diferentes perfis, localizados em diversas regiões da cidade. Em conjunto, esses restaurantes abrangem 120 casas e atendem a cerca de 250 mil pessoas por mês.

Durante o evento, que acontece de 23 de maio a 27 de julho de 2003, os restaurantes que aderiram à iniciativa oferecem em seus cardápios pelo menos uma opção de prato principal ou menu (entrada, prato principal e sobremesa) que atenda a parâmetros estabelecidos pela organização do evento: equilíbrio entre os grupos de alimentos, presença de ingredientes tipicamente nacionais; não uso de gordura hidrogenada, margarina ou manteiga; estímulo ao uso de ervas aromáticas naturais; não uso de alimentos em conserva, enlatados, embutidos ou defumados; uso moderado de sal; estímulo a formas mais saudáveis de preparação

(alimentos crus, cozidos, assados, refogados, ensopados ou grelhados) e não uso de frituras; com valor máximo de calorias de 500 Kcal para o prato principal e de 900 Kcal para o menu completo. Uma equipe de nutricionistas analisou e, quando necessário, fez a adequação das receitas apresentadas pelos restaurantes.

A coletânea das receitas criadas para o festival será reu-nida no livro Receitas do Rio Saudável Gastronomia, produzido por uma parceria da Editora Senac-Rio com a Se-cretaria Municipal das Culturas/RioArte. Parte da renda auferida com a venda do livro será revertida para o programa Fome Zero.

Este festival é uma iniciativa conjunta da PCRJ e do Conselho Regional de Nutricionistas- 4a Região – CRN-4 e conta com o apoio das seguintes instituições: Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro; SENAC Rio; Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Município do Rio de Janeiro; Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares; Associação Brasileira e Restaurantes e Empresas de Entretenimento; Associação Internacional de Comércio e Cultura; Associação Brasileira da Indústria Hoteleira e Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro.

Não há dúvida de que muito se pode avançar na estrutura e sedimentação de iniciativas de promoção da alimentação saudável e da atividade física na cidade do Rio de Janeiro. O que este relato busca ilustrar é a gama de oportunidade que o poder público tem, seja na capacitação de profissionais, na mudança de características e rotinas dos serviços prestados à população, em práticas educativas, na mobilização comunitária ou no campo da regulamentação e que, se essas oportunidades são bem aproveitadas, contribuem decisivamente para a promoção da saúde da população.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Castro AMM, Castro IRR, Branco VMC. A iniciativa “Rio Saudável” no contexto de promoção da saúde. Saúde em Foco - Informe Epidemiológico em Saúde Coletiva. 2002, (23): 9-15.

Maldonado LA, Castro IRR, Azevedo AMF, Lima EFP, Souza LP, Freire MC, Mendes SR. Avaliação do projeto “com gosto de saúde”: uma iniciativa de promoção da saúde por meio da educação nutricional em escolas. Saúde em Foco - Informe Epidemiológico em Saúde Coletiva. 2002, (23):105-117.

Rego JD. Aleitamento Materno. São Paulo, Atheneu, 2001.