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Alimentação

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O aumento do consumo de frutose é paralelo ao aumento da prevalência de obesidade no Brasil e no mundo. Dietas ricas em frutose estão relacionadas com maior ganho de peso e resistência insulínica. A evidência de estudos clínicos e epidemiológicos recentes sugere que existem riscos associados com a ingestão de açúcar que vão para além do ganho de peso, cáries dentárias e deficiências nutricionais sendo, por isso, necessário reavaliar as recomendações nutricionais para os açúcares de adição e delinear estratégias que estabilizem a crescente utilização industrial e consumo de frutose. 

O consumo de fontes de frutose também se associa com aumento da pressão arterial, aumento dos níveis de marcadores inflamatórios séricos, aumento dos lipídios plasmáticos e aumento do risco para desenvolvimento do diabetes tipo 2. São necessários estudos dose-resposta que determinem os níveis a partir dos quais se pode associar a frutose com os seus efeitos metabólicos nocivos. 

A educação nutricional e o desenvolvimento de políticas públicas que busquem a redução dos alimentos fontes de frutose ou alimentos associados a estes pode ser uma estratégia para redução dos malefícios que o consumo de dietas ricas em frutose pode acarretar.

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http://www.abeso.org.br/pdf/Tabela%20de%20frutose1.pdf

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