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Saiba porque assinar a petição para nova rotulagem frontal de alimentos

Saiba porque assinar a petição para nova rotulagem frontal de alimentos

Redação com site Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável

Quem nunca se pegou virando e revirando a embalagem de algum alimento nos supermercados? E quando você finalmente encontra informação, em letras minúsculas, não é tão simples de entender. Quem não está acostumado com uma linguagem mais técnica e as quantidades que você pode consumidor diariamente de alguns nutrientes fica realmente perdido. A rotulagem nutricional de alimentos, tal como é hoje, não favorece o acesso à informação. O que deveria guiar nossas escolhas alimentares acaba dificultando e confundindo e isso pode levar a escolhas erradas. Por isso a Abeso é uma das organizações que compõe a Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável, que encabeça uma campanha por rótulos mais compreensíveis e informação adequadas, a fim de ajudar as pessoas a fazer escolhas alimentares mais conscientes e, consequentemente, mais saudáveis.

Com o mote VOCÊ TEM O DIREITO DE SABER, a campanha defende que a informação adequada sobre o que estamos comendo é um direito básico, previsto pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC). Em uma pesquisa realizada pelo Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), que também faz parte da Aliança, em 2016, mais de 70% dos participantes disseram ter dificuldade para compreender os rótulos dos produtos.

Desde 2003, os rótulos apresentam a quantidade de calorias, teor de sódio, gorduras totais, carboidratos. Esses e outros dados são obrigatórios no rótulo dos produtos vendidos no país, o que já representou um grande avanço. Mas o problema é fazer com que a população entenda as informações que o rótulo traz de uma forma simples e prática. “Defendemos a proposta de rotulagem nutricional desenvolvida pelo Idec em parceria com pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR), amparada por diversos estudos e pesquisas científicas e de opinião, e em sintonia com recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

A proposta defendida pela Aliança propõe uma solução direta a partir do uso de selos de advertência em formato de triângulo, que já se mostrou eficaz em diversas pesquisas científicas. Ela também é inclusiva, pois leva em consideração os diversos níveis de escolaridade, daltonismo, entre outras características que abrangem grande parte da população brasileira.

A Aliança é composta por mais de 30 organizações da sociedade civil que defendem o direito à alimentação adequada e saudável. Isso significa que protegemos os interesses dos consumidores, e não os da indústria de alimentos, cujo objetivo principal é o lucro.

Saiba mais no site Direito de Saber.

SELOS DE ADVERTÊNCIA

 

 

 

 

Alimentos processados e ultraprocessados (como refrigerantes, biscoitos, sopas instantâneas, etc.) receberão selos de advertência na parte da frente da embalagem para indicar o excesso de açúcar, sódio e gorduras totais e saturadas, além da presença de adoçante e gordura trans em qualquer quantidade.

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QUEM ESTÁ APOIANDO ESSA PROPOSTA?

Além dos milhares de consumidores que já se manifestaram em defesa da revisão do atual modelo de rotulagem brasileiro, instituições e personalidades apoiam a proposta apresentada, destacando a necessidade da inclusão de uma rotulagem de advertência na parte da frente da embalagem.

  • ABPASS (Associação Brasileira para a Promoção da Alimentação Saudável e Sustentável)
  • Abrale (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia)
  • Abrasco (Associação Brasileira de Saúde Coletiva)
  • ABTms (Associação Brasileira de Telemedicina e Telessaúde)
  • ACT Promoção da Saúde
  • ADJ (Associação de Diabetes Juvenil)
  • ANDI – Comunicação e Direitos
  • Asbran (Associação Brasileira de Nutricionistas)
  • Associação Arte Despertar
  • Cepagro (Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo)
  • CFN (Conselho Federal de Nutricionistas)
  • Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia)
  • Fundação do Câncer
  • GEPASE (Grupo de Ensino, Extensão e Pesquisa em Alimentação e Saúde do Escolar da Universidade Federal Fluminense)
  • GESAN (Grupo de Estudos em Segurança Alimentar e Nutricional Prof. Pedro Kitoko)
  • Ibfan Brasil – Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar
  • Instituto Desiderata
  • Laboratório de Dietética Experimental da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo)
  • Laboratório de Epidemiologia Nutricional da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo)
  • Laboratório de Segurança Alimentar e Nutricional e Políticas Públicas do Instituto Saúde e Sociedade da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo)
  • MSP (Movimento pela Saúde dos Povos)
  • Núcleo Interdisciplinar de Prevenção de Doenças Crônicas na Infância da Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
  • NUPPRE (Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições da Universidade Federal de Santa Catarina)
  • Observatório Brasileiro de Hábitos Alimentares da Fiocruz
  • OPSAN (Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição da Universidade de Brasília)
  • Programa Academia da Cidade Recife/PE – Polo Experimental da UPE (Universidade de Pernambuco)
  • Rebrinc (Rede Brasileira Infância e Consumo)
  • Rede NUTRItodos
  • SBDI (Sociedade Brasileira de Design da Informação)
  • SBH (Sociedade Brasileira de Hipertensão)
  • SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria)
  • TJCC (Movimento Todos Junto Contra o Câncer)

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