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Por que o congresso da Abeso é o mais importante evento sobre obesidade do país

Por que o congresso da Abeso é o mais importante evento sobre obesidade do país

“Por três dias, São Paulo é o centro de debates científicos profundos sobre obesidade e síndrome metabólica”, anunciou ontem o endocrinologista Marcio Mancini, na abertura do congresso da Abeso, do qual é o presidente da comissão científica. Participar ativamente dos bastidores de grandes eventos científicos sobre obesidade não é uma novidade para o professor Mancini, diga-se. Seu currículo, teve uma estreia triunfal, ainda em 2002, quando ajudou os professores Alfredo Halpern e Geraldo Medeiros, na época dos dois presidentes do 9th International Congress on Obesity da World Obesity Federation, a organizar o mega-encontro que, naquele ano, aconteceu no Brasil. Também esteve na comissão científica do XIV Congresso Brasileiro de Obesidade e Síndrome Metabólica, em 2011, só para citar mais um entre muitos exemplos.

Hoje, em pleno feriado, o fervilhar de pessoas entre as salas de conferência parece ter sido até mais intenso. Dá até para se perguntar: afinal, o que o XVIII Congresso Brasileiro de Obesidade e Síndrome Metabólica tem de especial em um mundo no qual vários outros eventos querem falar um pouco sobre essa doença, sem dúvida uma das mais graves do mundo? “Os palestrantes”, responde sem hesitar a presidente do congresso, a professora Cintia Cercato. “Nosso congresso toma o cuidado de juntar os  maiores pesquisadores em cada assunto do universo da obesidade — um universo que é vasto por se tratar de uma doença complexa, com inúmeros fatores envolvidos”, diz a professora Cíntia Cercato. "Não é uma figura de linguagem: para cada tema que incluímos na programação, houve um enorme cuidado na hora de pensar quem seriam os principais pesquisadores que desenvolvem trabalhos científicos relevantes naquela área determinada. E, felizmente, estão todos aqui conosco”, diz ela, elogiando seu colega Marcio Mancini pela dedicação incansável na comissão científica.

O professor Mancini, por sua vez, faz questão de lembrar que todos os integrantes mandaram excelentes sugestões e contribuições. “Montar uma programação de altíssimo nível com esse grupo acaba sendo uma tarefa até que fácil”, diz. Além de contar com a própria professora Cíntia Cercato, a comissão científica inclui nomes consagrados no estudo da obesidade. São eles: Adriano Segal; Alexander Benchimol; Amélio F. de Godoy Matos’ Ana Maria Lottenberg; Cintia Cercato; Denis Pajecki; Fabio Moura; Fabio Trujilho; Fabio Viegas ; Henrique Suplicy; Jacqueline Rizzolli; Leila Maria Batista Araújo; Maria Edna de Melo; Maria Tereza Zanell; Monica Beyruti; Rodrigo Lamounier; Rosana Radominski e Walmir Coutinho.

 

 

 

 

 

 

 

 

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