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Obesidade infantil

Obesidade infantil

Cerca de uma em cada oito crianças em idade pré-escolar nos EUA é obesa. Esta é a má notícia, já conhecida de todo o mundo. A boa notícia, anunciada nesta terça-feira, 6, nos Estados Unidos, é que a obesidade nesta faixa etária diminuiu entre 2008 e 2011, em 19 dos 23 estados norte-americanos.


Segundo o Centro para Controle e Prevenção de Doenças Crônicas (CDC, da sigla em inglês), a variação na queda da obesidade em crianças de 2 a 4 anos foi de 0,3% a 2,6% no período. Embora pequeno, o recuo há que se comemorado como um avanço, por dois motivos principais. Primeiro: o registro de queda se deu entre crianças pobres, classe social cuja atuação das políticas de prevenção é, em geral, muito menos abrangente. Em segundo lugar, é a primeira vez que o país registra queda nos índices de obesidade infantil em classes sociais mais baixas.

O maior declínio foi nas Ilhas Virgens: o índice passou de 13,6%, em 2008, para 11%, em 2011 — uma queda absoluta de 2,6%. Em cinco estados — Florida, Georgia, Missouri, Nova Jersey e Dakota do Sul — a queda absoluta da obesidade foi menor que 1%. Vinte e um estados não tiveram mudança significativa. Em três estados — Colorado, Tennessee e Pensilvânia — houve um aumento de 0,6% a 0,7%.

Segundo especialistas, crianças obesas ou acima do peso são cinco vezes mais suscetíveis a permanecerem nesta condição quando adultas. 

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