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Obesidade em Ritmo Crescente nos EUA

Obesidade em Ritmo Crescente nos EUA

Obesidade em Ritmo Crescente nos EUA

Relatório da organização Confiança na Saúde da América e Fundação Robert Wood Johnson aponta que as taxas de obesidade nos adultos superaram 25% em mais de dois terços dos Estados Unidos. Segundo o estudo, em 1991, nenhum estado apresentava tal índice acima de 10%.

De acordo co Jeff Levi, diretor executivo da organização patrocinadora da pesquisa, houve uma mudança dramática em um período relativamente curto de tempo. O resultado colocou a obesidade como um dos maiores problemas dos Estados Unidos na atualidade, sendo causa dos altos custos com a saúde.

Para os pesquisadores, essa tendência de aumento da obesidade não se modificará no futuro imediato, superando até mesmo os óbitos decorrentes do tabagismo, como a primeira causa de mortes evitáveis, provocando uma queda da longevidade nos EUA em mais de um século.

Na opinião de Angela Glover Blackwell, fundadora e chefe executiva da organização de saúde PolicyLink, existe uma estreita relação entre a pobreza, a raça e a obesidade.

Como exemplo disso, ela cita o estado de Mississipi – o mais pobre da nação, com uma população afrodescendente de mais de 37% e com taxas de obesidade mais altas do que em qualquer outro estado, especialmente entre crianças.

Atrás de Mississipi vem Alabama, Tennesee, West Virgnia, Louisiana, Oklahoma, Arkansas, Carolina do Sul, Michigan e Carolina do Norte.

Os especialistas consideram que os estadunidenses aumentam mais de peso à medida em que se afastam da costa nordeste para o sudoeste.

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