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O que estaria por trás do da epidemia da obesidade?

O que estaria por trás do da epidemia da obesidade?

A obesidade resulta, principalmente, do consumo excessivo de alimentos em conjunto com exercício insuficiente, ou seja, quando não há um equilíbrio energético. Mas esta fórmula elementar não consegue explicar a rapidez com que a epidemia de obesidade se espalhou globalmente nas últimas décadas, nem porque um terço dos adultos nos EUA estão agora obesos. O que os pesquisadores acreditam é que haja uma mistura mais complexa de exposições ambientais, estilo de vida, genética, que ajuda a explicar a composição do microbioma para esse fenômeno.

Alguns trabalhos sugerem que a exposição a certos produtos químicos encontrados na indústria pode desempenhar um papel essencial, conduzindo o organismo a produzir e armazenar gordura excedente em seus tecidos. A evidência da relação de causa e efeito em seres humanos ainda é limitada, mas em, animais de laboratório e em placas de petri, foram verificados dados que ligam os produtos químicos ao ganho de peso. Além disso, os efeitos em animais parecem ser transmitidos não apenas aos descendentes imediatos, mas também netos e bisnetos - potencialmente induzindo a obesidade multigeracional.

Os estudos têm como foco verificar como os produtos químicos, incluindo aqueles que parecem alterar a regulação hormonal (como o plastificante bisfenol A e o triclosan químico antibacteriano), afetam o ganho de peso ou resistência à insulina.

São 32 estudos em curso, realizados em seres humanos. Em 20 desses serão avaliados os riscos de longo prazo para as crianças, acompanhando os níveis químicos no útero e em recém-nascidos e na infância.

Nenhum destes estudos em pessoas irá examinar os efeitos em várias gerações, no entanto, eles poderão ser capazes de responder como a exposição materna a esses produtos químicos podem influenciar a saúde das gerações subsequentes.

Para saber mais, confira o artigo da Scientific American >>>http://goo.gl/sxEHfQ

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