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Há mais pessoas com excesso de peso do que abaixo do peso no mundo

Há mais pessoas com excesso de peso do que abaixo do peso no mundo

Um amplo estudo publicado na Lancet mostra as tendências no índice de massa corporal de adultos em 200 países de 1975 a 2014. Foi realizada uma análise agrupada de 1.698 estudos de medição com base populacional de 19,2 milhões de participantes, aproximadamente metade de cada sexo.

O estudo mostra que se as tendências pós-2000 continuarem, a probabilidade de se cumprir o objetivo global de obesidade é praticamente zero. Em vez disso, se essas tendências continuarem, em 2025, a prevalência de obesidade global atingirá 18% em homens e deve ultrapassar os 21% em mulheres; obesidade grave irá atingir 6% dos homens e 9% das mulheres. No entanto, a prevalência de pessoas abaixo do peso continua nas regiões mais pobres do mundo, especialmente no sul da Ásia.

O estudo foi coordenado pelo professor Majid Ezzati, do Imperial College de Londres, publicado nesta sexta-feira (1), na revista médica britânica The Lancet, e aponta que a obesidade afeta 641 milhões de adultos ou 13% da população mundial adulta e pode chegar a até 20% em 2025, se seguir o ritmo atual.

Pelo levantamento, a obesidade entre homens, representando para 10,8% da população em 2014 (cerca de 266 milhões de pessoas). Em 1975, era 3,2%.

Nas mulheres, a obesidade cresceu de 6,4% em 1975 para 14,9% em 2014 (cerca de 375 milhões).

Cerca de 118 milhões dos obesos do mundo vivem nos Estados Unidos, no Reino Unido, na Irlanda, Austrália, no Canadá e na Nova Zelândia. No outro extremo, segundo o estudo, o Timor-Leste, a Etiópia e a Eritreia são os países onde vivem as pessoas com menos peso.

Confira o estudo na Lancet!

 
 
 
 

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